Ambiente de trabalho

A cada ano, as estatísticas mostram que estamos indo na direção certa. Em 2010, porém, a Hydro não conseguiu reduzir o número de acidentes.

Ambiente de trabalho

A evolução da segurança é a principal indicação para saber se acertamos na condução da empresa. Depois de uma formidável viravolta em meados da década de 1980, temos, em grande parte, dado passos constantes na direção certa, embora nem sempre tenhamos atingido nossas metas ambiciosas.

Com uma Taxa de Acidentes Registrados (o número de acidentes e casos que exigem tratamento médico ou transferência por milhão de horas trabalhadas) de 3,7, não chegamos nem perto de alcançar uma de nossas metas de segurança mais importantes para 2010. A meta era de 2,3 e seria um avanço em relação à taxa de 2,9 do ano anterior.

Em 2011, a empresa pretende reduzir a taxa para 2,7.

Melhor resultado na América do Sul


− Não conseguimos atingir nossa meta, e isso nos deixa com uma sensação pouco agradável – diz Jack Simensen, da equipe de SSMA e responsabilidade social da Hydro. – Tivemos um total de 22 incidentes em duas unidades, uma das quais é nova na empresa, o que representou 17 por cento do número de incidentes.

O único setor que superou as metas da Hydro em 2010 foi o de extrudados na América do Sul, com operações na Argentina e no Brasil.

Com os próprios olhos


Simensen preside o júri que elege os vencedores do prêmio anual de segurança da Hydro. No decorrer dos anos, ele visitou as instalações de algumas das unidades da empresa que se destacam na área de saúde, meio ambiente e segurança.

Os vencedores têm certas características em comum:

  • Gerentes e trabalhadores que demonstram grande dedicação e entusiasmo
  • Uma gerência visível com boa comunicação e envolvimento
  • Programas de treinamento abrangentes para todos os funcionários
  • Uma abordagem proativa em relação a SSMA e uma gerência que dedica muita atenção à compreensão e redução dos fatores de risco

Imitando o chefe

− Também é importante que os gerentes recebam treinamento de SSMA – afirma. – Eles podem ser positivos e visíveis, mas se não perceberem os fatores de risco, passarão a mensagem errada. Afinal das contas, somos seres simples. Vemos o que o chefe faz e o imitamos.


Actualizado: outubro 11, 2016