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Impacto sobre os empregados

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A Alunorte operou com 50% de sua capacidade de 1º de março de 2018 até 20 de maio de 2019, quando a Justiça Federal revogou o embargo de produção da refinaria. Os embargos da nova área de Depósito de Resíduos de Bauxita (DRS2), no entanto, foram suspensos apenas em setembro de 2019.

Em consequência do embargo à Alunorte, a mina de bauxita Paragominas (que abastece a refinaria) e a planta de alumínio primário Albras (que recebe alumina da Alunorte) também operaram com metade da capacidade.

Mesmo no período de redução de 50% na capacidade das três plantas no Pará, a Hydro permaneceu comprometida em preservar o máximo de empregos possível, adotando medidas como férias coletivas para cerca de mil trabalhadores das refinaria e mina. Paragominas também suspendeu temporariamente contratos de trabalho de 240 empregados, ação regulamentada pela legislação brasileira, oferecendo aos empregados que tiveram os contratos suspensos um programa de qualificação no período.

Milhares de empregados da Hydro saíram às ruas de Barcarena em 05 de outubro de 2018 (vídeo acima) em uma manifestação pacífica a favor da Alunorte e para apoiar o processo de retomada da normalidade das operações, garantir geração de valor e empregos e a contribuição contínua da Hydro para o crescimento sustentável do Pará.

Em 13 de novembro de 2018, cerca de mil empregados da hydro realizaram manifestação pacífica em frente à Justiça Federal, em Belém, em favor da retomada das operações normais das empresas (foto abaixo)

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O Ministério Público do Trabalho e os respectivos sindicatos foram informados com antecedência de todas as medidas adotadas para preservação dos postos de trabalho dos empregados.