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Upgrades operacionais para a Alunorte

Plastic sheets laid out during work on upgrading facilities

Construção de novas bacias para armazenamento de água na Alunorte

Nosso objetivo é elevar a Alunorte a um novo padrão ambiental e estamos em processo de melhoria da planta para:

  • Aumentar a capacidade das bacias de água em 350% (conclusão até ao fim de 2018)
  • Aumentar a capacidade da instalação de tratamento de água em 50% (conclusão no segundo trimestre de 2019)

“A Hydro está comprometida em fazer da Alunorte o benchmark da indústria - o melhor em termos de desempenho operacional, tecnologia, diálogo social e pegada ambiental.”

— CEO e Presidente da Hydro, Svein Richard Brandtzæg, no evento Capital Day Market, realizado pela Hydro no dia 29 de novembro

É a quantidade de chuva que determina a capacidade de tratamento de água necessária. Estima-se que 80% da água coletada e tratada em segurança na Alunorte é água da chuva – proveniente da área da refinaria ou das bacias de águas pluviais dos depósitos de resíduos de bauxita. Apenas cerca de 15% da água que passa pelo sistema de tratamento de água é proveniente da produção de alumina. A água necessária para a produção de alumina permanece relativamente constante, quer a produção esteja em 50% ou 100% da capacidade da planta. Com a nova capacidade de tratamento de água, a Alunorte poderá tratar as chuvas esperadas na região mesmo em uma tendência clima mais extremo.

Os upgrades operacionais encontram-se em estágio avançado na refinaria. As três novas bacias que aumentarão a capacidade de armazenamento e tratamento de efluentes estão em fase final de construção. Até 2020 a Alunorte investirá R$ 675 Milhões em melhorias em seus sistemas de recebimento, controle, bombeamento e tratamento de águas e efluentes. Além da construção de novas bacias, as obras incluirão novos sistemas de bombeamento e tubulações para transferência de efluentes, novos instrumentos para automação e controle, novas câmeras para monitoramento das bacias de contenção e uma nova estação de tratamento de efluentes.

A Alunorte também adquiriu novos veículos como ambulância, carro de bombeiros e caminhonetes com giroflex e alto-falantes. Comprometida em tornar seus procedimentos ainda mais seguros e robustos, a refinaria revisou o Plano de Atendimento a Emergências (PAE) e, entre outras melhorias, incluiu criação do Plano Emergencial de Apoio às Comunidades (PEAC), estruturado para preparar as equipes internas, as autoridades e as comunidades para atuar em caso de emergências que envolvam as operações da Alunorte.

Um dos itens do PEAC é a formação da Brigada de Emergência Ambiental Comunitária, composta por 16 representantes, moradores das comunidades de Itupanema, Vila Nova, Bom Futuro, Jardim Cabano, Pioneiro, Laranjal, Murucupi, Burajuba e Água Verde. Os brigadistas comunitários foram contratados e treinados para agirem de forma assertiva em situações emergenciais ocorridas na planta. A eficácia das melhorias nos procedimentos é avaliada por meio da realização de simulados de emergência que contam com a participação de equipes internas, autoridades e da comunidade.

Assista ao vídeo sobre as melhorias implementadas até dezembro de 2018.

“Com as novas capacidades de armazenamento e bombeamento, disponíveis em dezembro de 2018, não haverá necessidade de utilizar o canal antigo para drenar o excesso de água da chuva, considerando chuvas semelhantes às ocorridas em 16 e 17 de fevereiro de 2018, que acontecem a cada 10 mil anos e cinco mil anos, com duração de 12 e 24 horas, respectivamente. Após a conclusão da instalação da nova unidade da Planta Industrial de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) em maio de 2019, haverá um aumento de aproximadamente 50% na capacidade de processamento de efluentes, que passará de 9.500 m3/h para 14.000 m3/h. Quando a nova capacidade for considerada, a vazão gerada pela refinaria representará 15% da capacidade máxima da ETEI. ”

— Parecer técnico-científico da ATECEL (entidade privada sem fins lucrativos fundada por professores da antiga Escola Politécnica da Universidade Federal da Paraíba) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Em um estudo realizado em 26 de novembro de 2018, professores da Universidade Federal de Campina Grande, no Brasil, mostraram, por meio de simulações de computador, que as melhorias são corretamente planejadas e garantem a segurança das operações da Alunorte. No estudo, as melhorias foram testadas para sustentar níveis extremos de chuva que são prováveis de ocorrer apenas uma vez em 10.000 ou 5.000 anos. As simulações foram feitas para chuvas contínuas durante 12 e 24 horas. Os resultados mostram que a Alunorte gerenciaria com segurança ambos os níveis de chuvas extremas, sem a necessidade de usar o canal de água Canal Velho para liberar o excesso de água da chuva.

Press release da Hydro, 13 de dezembro de 2018, ‘estudo de especialistas brasileiros mostra que não há transbordamento das áreas de depósito de resíduos da Alunorte durante as chuvas em fevereiro de 2018’