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Estudantes prontos para representar o Pará na Noruega

Times de projeto socioeducacional da HydroAlunorte embarcam nos próximos dias para Oslo. Eles querem conseguir com a bola nos pés os bons resultados que já conquistaram nas salas de aula.

Integrantes dos times Alunorte Rain Forest (ARF), masculino e feminino, receberam na última quarta-feira, 18 de julho, passaportes que os levarão para a Escandinávia. Na próxima semana, eles embarcam rumo a Oslo, onde participam da Copa da Noruega.

Durante a cerimônia de despedida dos jovens, realizada na sede da Hydro Alunorte, em Barcarena, no Pará, os atletas receberam também os kits de viagem, incluindo uniformes oficiais do time, camisas de passeio, calças, agasalhos, malas e mochilas. "A ida para Oslo não será apenas para jogar futebol, mas também para colher experiências. Os atletas serão agentes multiplicadores, trarão a experiência sobre o que viram lá fora para somar às discussões no Fórum Ambiental, que será realizado em dezembro", explica Alberto Muller, coordenador do programa Bola pra Frente, Educação pra Gente e técnico do ARF.

Além da ação esportiva, o programa, desenvolvido pela refinaria de alumina em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, tem também a preocupação de implantar em Barcarena a Agenda Escolar 21, que prevê ações de preservação ambiental e conscientização, baseadas na Agenda 21 Global.

"O nosso objetivo é reescrever a história da educação no município. Precisamos fazer algo para que os nossos jovens tenham um futuro melhor e uma visão ampla do que querem para este futuro", complementou Vera Barros, Coordenadora Pedagógica da Semed.

O evento reuniu familiares e atletas, além da comissão técnica que acompanhará o grupo durante a viagem.

Resultados: No ano passado, o time masculino conquistou o segundo lugar na sua chave na competição, disputando com mais de 200 times. Este ano, o objetivo é trazer a taça para o Pará, já que o ARF é o único time a representar o estado na competição, que conta, no total, com cerca de 2 mil times de várias partes do mundo.

Para Laila Furtado, zagueira do time feminino, participar de um torneio como esse, que tem reconhecimento mundial, é uma possibilidade de abrir portas para os estudantes que integram a equipe. "Além, é claro, de tentarmos ganhar, o projeto vem nos dar a chance de uma vida melhor. Muitos jovens limitam seus sonhos por não acreditarem que é possível, o projeto tem dado uma motivação para continuarmos tentando."

 

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